
À Valsa Triste -
Téo Malvine -
. Meus dedos pressionavam pesado e crespos sobre tua pele quente e macia, descendo ladeira em teu corpo suado, abrindo espaço.
. Minha sede comete suicídio em teus lábios e língua salientes, minha força se perde, meu peito se enche e eu continuo sem fôlego, te açoito com o látego de minha língua insana.
. A valsa ainda tocava triste. -TRISTE!?- Nossos corpos em constante desritmia para com a melodia, nosso ócio em completo frenesi, e o ópio escorrendo de ti delirante, hilariante e cansativo.
. Suspira, transpira, sorria, geme, treme, estende o corpo, contorce-te. E a valsa tristonha acabara e sorrira pelo findar. E nossos corpos permaneciam.
@.@!
ResponderExcluirProooooooonto, postei só porque você pediu hsuahsua
ResponderExcluirNa verdade costumo postar uma vez por mês só, e não tô tendo tempo nem pra isso.
Não sou boa em comentar :x
quem bom que gostou, fiz o post certo então xD
ResponderExcluirPostei pq sonhei tem pouco tempo com algo sobre jasmim, mas o texto mesmo é antigo.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirE no ardor dessa poesia, te parabenizo pela sutileza que consegue com as léxicas, nao deixando o fogo apagar. Você é bom! =)
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